Tendências de UX para 2018

1. Menos dados e mais tomadas de decisões

Dados são importantes para o desenvolvimento de qualquer produto ou serviço, eles dão o tom em um caminho mais certo em busca de bons resultados. Mas dado é dado. São números soltos que não dizem o que fazer com eles.

Hoje as pessoas estão mais práticas e sem tempo para gastar interpretando dados. Elas querem tomadas de ações que sejam imediatas e assertivas. O dado, apesar de relevante, está longe de ser o pote de ouro ao final do arco-íris.

Então, vá um pouco além e ofereça as coisas um pouco mais mastigadas, diga o que é preciso fazer de forma rápida, mas não deixe de disponibilizar de onde você tirou tal tomada de ação, caso o usuário queira entender.

2. Visão além do UX

UX é definitivamente uma área que está em voga e falamos muito disso aqui no blog, mas a tendência é de que ampliemos um pouco nossos horizontes para outros temas que ajudem a compreender mais o todo do negócio.

Entender de UX é importante, mas também saber sobre business, customer experience, finanças…vai ajudar com que criemos produtos e serviços cada vez melhores.

Precisamos nos certificar que toda a jornada do cliente será atendida da forma mais satisfatória possível, mesmo que isso necessite envolver e saber sobre outras coisas que estão fora da nossa zona de conforto.

3. Adoção de novas metodologias

Quanto mais o tempo passa, mais concorrência encontramos, seja de profissionais agindo exatamente como a gente, de produtos parecidos, até serviços com uma jornada muito semelhante.

Em meio a isso, a nossa busca por uma diferenciação está cada vez mais latente. E uma coisa que 2017 já trouxe e vai ser tendência em 2018 são novos métodos para que possamos ter soluções ainda mais incríveis.

4. Uso do conceito “Mobile Always”

O desktop está cada vez mais perdendo espaço no mercado. Com isso, até o conceito de Mobile First já está ficando obsoleto. O termo que já se encontra em uso é o Mobile Always, ou seja, pensar única e exclusivamente no mobile, tamanha sua importância.

Em 2017, 66% da população mundial teve acesso a um dispositivo móvel. E o Brasil fica na média com 65%. E os números só tendem a crescer.

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Pode parecer radical para nós, Geração X e Y, não pensar mais em uma tela maior com o uso de um mouse, mas se pararmos pra analisar, no uso pessoal, o quanto você usa seu celular e seu computador? Vale a reflexão.

5. Expansão da experiência

Podemos esperar, neste ano, por uma expansão do nível de experiência, tanto por parte de quem projeta, quanto por quem é atendido. O visual e o tátil vão abrir um pouco de espaço para outros formatos.

Trabalhar com som e vibração, por exemplo, pode vir com tudo em busca de mais clientes e usuários em uma experiência multi-sensorial.

6. Estratégia Omnichannel

Para um negócio de sucesso, todos os canais precisam estar conectados para que falem a mesma língua e atinjam todo mundo a qualquer momento.

Segundo uma pesquisa da Zendesk, o público brasileiro é mais intolerante a problemas com produtos e serviços do que o restante do mundo. E por conta disso, oferecer uma estratégia de unificação de todos os canais, amplia as possibilidades de resolução de forma rápida e com sucesso.

Só para terem uma ideia, de acordo com essa pesquisa, 79% das pessoas espera receber uma resposta em até 2 horas nas redes sociais. 80% espera uma resposta por email em até meio dia, e 90% das pessoas no Brasil espera que qualquer problema seja resolvido em até 24hs.

Então quanto mais conectado o mundo on e off: site, e-mail, rede social, telefone… melhor!

7. Novas tecnologias e padrões de interface

As pessoas esperam formas mais naturais de interagir com interfaces. E estamos em um período tecnológico onde vários padrões estão nos sendo expostos: gráfico, voz, inteligência artificial e até mesmo zero interface.

O futuro breve prevê um ápice de interfaces por comando de voz e conversação. Até 2020 as buscas por comando de voz irão atingir um patamar de 50%. É muita coisa! Vamos ter muito “ok Google” e “oi Siri” a partir de agora.

8. Personalização

Esperemos para 2018 muitos sistemas inteligentes, ou seja, sistemas que aprendem com a vida de cada usuário para lhe entregar as coisas muito mais direcionadas e personalizadas.

Localização e hábito são fatores de grande influência para essa personalização de conteúdo. Entregar a informação certa para o público certo.

9. Design visual

Visual é sempre tendência, é que nem na moda, a cada ano algumas coisas estão mais em alta, outras mais em baixa, mas sempre merece uma atenção.

Gradientes e cores mais vivas, tipografias grandes e estouradas, vídeos full screen e microinterações são elementos que estarão muito em alta em busca do famoso efeito Wow.

Fonte: http://catarinasdesign.com.br/tendencias-de-ux-para-2018/?utm_campaign=news_fevereiro&utm_medium=email&utm_source=RD+Station
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