Arquivo mensal: novembro 2017

5 mulheres que já estão desenhando um planeta melhor

Nos dias 22 e 23 de novembro, o festival What Design Can Do chega à sua 3ª edição brasileira cheio de disposição. Com uma programação repleta de mulheres de peso, o festival, que desde o ano passado tem concentrado seus esforços nas causas ambientais, abraça também uma segunda causa, a feminina.

“A presença feminina consolidada em um evento como este ajuda a mostrar que somo iguais, homens e mulheres, feminino e masculino”, explica Bebel Abreu, responsável pela organização do evento no Brasil, ao lado de Richard Van Der Leker – fundador da inciativa What Design Can Do.

Apesar da pouquíssima representatividade negra, entre as 45 personalidades que passaram pelos debates, talks, pocket shows e oficinas do What design Can Do São Paulo, mais da metade, 28, eram mulheres. “E não é uma cota nossa, é porque são pessoas maravilhosas que sabem muito bem do que estão falando”, explica Bebel.

De fato, depois de acompnhar os dois dias do evento selecionar apenas cinco mulheres para nossa lista não foi tarefa simples (vale a pena conferir a lista completa de convidados). Mas nos concentramos no palco principal e chegamos assim a personalidades que, talvez você ainda não conheça, mas como boas designers já estão desenhando um mundo melhor – e inspirando muita gente a fazer o mesmo.

1. Juliana Proserpio

Juliana é designer, empreendedora e cofundadora da Echos – Laboratório Inovação, uma organização que desenvolve projetos de inovação social e busca usar os conceitos de design para construir um mundo melhor. No What Design Can Do ela falou sobre o poder do que chama de design do invisível e apresentou o começo de uma iniciativa, feita em parceria com o What design Can Do, que busca investigar e potencializar a liberdade da essência feminina.

2. Elizabeth Mckeon

Hoje, Elizabeth é chefe de estratégia da IKEA Foundation, uma fundação que luta pelo combate às mudanças climáticas e apoia dezenas de programas para melhorar a vida de crianças em situação de extrema pobreza. Formada em língua russa pela Universidade de Georgetown em Washington e com mestrado em Políticas Públicas na Universidade de Harvard, ela falou sobre as diferentes formas de dialogar com a mídia para que ela, por sua vez, ajude uma organização a comunicar sua causa de forma ampla e verdadeira.

3. Nicole Oliveira

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Nicole Oliveira é ativista ambiental e diretora, no Brasil e na América Latina, do 350.org, uma organização que busca despertar a consciência da população sobre as mudanças climáticas e combater a queima de combustíveis fósseis. Em sua palestra, Nicole falou sobre a séria crise ambiental que existe hoje no Brasil e no mundo e os desafios, e a necessidade, de enfrenta-la por meio do ativismo.

4. Babette Porcelijn

Designer, palestrante e autora do livro The Hidden Impact, a holandesa Babette Porcelijn desenvolveu uma ampla pesquisa sobre o impacto que nossos hábitos causam no planeta e apresenta em sua palestra as Top 10 atitudes que mais prejudicam o mundo. A palestrante ainda apresenta propostas de soluções práticas para adotarmos um estilo de vida verdadeiramente “eco-positvo”.

5. Ana Toni

Diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade, Ana também já ocupou o cargo de presidente do Conselho de Administração da Greenpeace International e falou no evento sobre a importância de unir discursos e iniciativas de diferentes áreas para se desenvolver inciativas de combate às mudanças climáticas – o mais rápido possível.

Fonte: https://escoladesignthinking.echos.cc/blog/2017/11/5-mulheres-que-ja-estao-desenhando-um-planeta-melhor/?utm_campaign=newsletter_29-11-17&utm_medium=email&utm_source=RD+Station
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As empresas que já usam Neuromarketing

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O tempo corre de uma forma cada vez mais rápida, e junto com ele tudo muda, tudo flui. As inovações tecnológicas não param, novas formas de pensar e viver surgem, e diante dessa realidade produtos e serviços ficam obsoletos.

Dentro do nosso ramo, o marketing e a pesquisa de mercado, a preocupação com o entendimento desse consumidor inconstante, consciente e online, se torna cada vez maior. É preciso estar sempre em alerta com relação às mudanças culturais que eles vivem. Mas será que são só esses aspectos externos que devem ser objetos de atenção e pesquisa?

No meu último texto “Porque você deveria estar usando neurociência”, eu apontei 4 pontos que retratam de maneira bem objetiva essa importância, mas o conceito que é comum a todos eles é: nosso inconsciente nos conduz, na maioria das vezes. Isso ocorre porque vivemos uma rotina que não nos permite ter tempo e nem muito raciocínio para a tomada de decisão. E diversas pesquisas já mostram que essa é uma realidade quando o assunto é consumidor.

Então vamos lá, o que faz o Neuromarketing? Resumidamente – bem resumidamente mesmo – ele avalia o inconsciente do consumidor, através de diferentes metodologias, proporcionando interpretações e inteligência de pesquisa baseada em fatos científicos.

Diante de tudo isso, trouxe alguns exemplos de empresas que já fizeram uso da Neurociência aplicada ao marketing em diversos projetos. Vamos lá?

Hyundai – “Nós queremos saber o que os consumidores pensam sobre o carro antes que comecemos a fabricar milhares deles”, disse o gerente de estratégia de marca da empresa. A pesquisa foi feita a partir de testes de usabilidade do veículo. 15 mulheres e 15 homens foram colocados dentro do carro, e enquanto o usavam, eram monitorados através de um EEG para observar as atividades cerebrais. Essas atividades foram interpretadas e, através dessa interpretação, os pesquisadores observaram preferências que levavam o consumidor a uma possível decisão de compra.

PepsiCO – A PepsiCO realizou uma pesquisa utilizando duas diferentes técnicas: grupo focal (pesquisa tradicional) e EEG (pesquisa neurocientífica), para entender o real impacto de uma das propagandas de Cheetos nos consumidores. A propaganda consistia em uma piada, e a pesquisa de grupo focal mostrou que os participantes do grupo não haviam gostado do conteúdo da piada – isso foi o que eles verbalizaram. Porém, quando o EEG foi utilizado, os pesquisadores descobriram que na verdade, as mulheres gostavam da campanha.  Imagine se a empresa só tivesse contado com o grupo focal.

Yahoo – Antes de lançar uma campanha de 60 segundos na TV e no meio online, que mostrava pessoas felizes e dançantes, a Yahoo realizou uma pesquisa com EEG para avaliar como a campanha impactaria os espectadores. Depois de validada pela neurociência e lançada, a campanha rendeu novos usuários para a ferramenta de busca.

Microsoft – A empresa investiu em pesquisas que faziam uso da metodologia do EEG, com objetivo de entender como campanhas publicitárias que apareciam durante o uso de videogames eram percebidas pelos usuários de games. Dessa maneira, eles descobriram o quão engajados estavam os jogadores durante o uso do Xbox.

Se torna cada vez mais inquestionável o valor das pesquisas de neurociência voltadas para consumer insight e, como observamos acima, isso já foi constatado por grandes empresas internacionais que a usam e aprovam.

Fonte: http://www.forebrain.com.br/noticias/as-empresas-que-ja-usam-neuromarketing/?utm_campaign=newsletter_-_39&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Porque você deveria estar usando neurociência.

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Os estudos em neurociência se desenvolveram e acabaram se estendendo para outras áreas de atuação.

Mas a importância da neurociência vai muito além disso. Com o avanço das pesquisas na área, foi possível entender a fundo o funcionamento das atividades cerebrais das pessoas e as descobertas foram enriquecedoras. Listei alguns pontos que te mostrarão o motivo pelo qual você já deveria estar investindo em neurociência:

  • A importância do estudo do Comportamento Humano

Quando estudamos o comportamento humano, descobrimos que por trás dele existem processos emocionais, cognitivos e fisiológicos (completamente inconscientes) que acabam sendo seus influenciadores. Hoje, esses estudos ganharam um vulto tão grande que a importância do entendimento do comportamento humano passou a ser aplicado em diversas áreas. O marketing, é claro, já é uma delas (Neuromarketing).

  • Comportamento humano e tomada de decisão

Por causa dos estudos do comportamento humano através da neurociência, foi descoberto que a tomada de decisão é mais inconsciente do que se imaginava.

Primeiramente o conceito do sistema 1 x sistema 2, desenvolvido por Daniel Kahneman, nos mostra que nossas decisões e comportamentos são comandados em sua maioria pelo sistema 1, inconsciente e rápido, que não exige grandes gastos de energia.

Quando as decisões são mais complicadas, e exigem mais tempo e raciocínio, o sistema 2 é acionado e passa a funcionar (mas isso é mais raro). Na rotina das compras e etc, é o sistema 1 é que está no comando.

  • Aplicabilidade

A aplicabilidade da neurociência se dá através de uma diversidade de metodologias e técnicas específicas para isso. A mais famosa é o EEG (Eletroencefalograma), que capta a atividade elétrica do cérebro, sendo possível analisar, por exemplo, o nível de Atenção, Motivação e Memorização das pessoas.

Falando em atividades corporais ou técnicas biométricas, existe também o EMGf (Eletromiografia facial), que analisa a pré-ativação dos músculos da face, o corrugador (do franzir do cenho) e zigomático (do sorriso), sendo possível observar a satisfação das pessoas e sua motivação, e o ECG (Eletrocardiograma), que analisa os batimentos cardíacos.

Além dessas, foram criadas muitas outras metodologias que envolvem o movimentação dos olhos e até mesmo o nível de suor da pele.

  • Benefícios

O ponto principal deste tópico consiste no fato de que a maioria de nossas decisões e comportamentos acontece de forma inconsciente. Se você precisa entender o que realmente faz com que seu consumidor tenha determinado comportamento ou decisão, é preciso ter acesso a metodologias capazes de mergulhar no universo do inconsciente. Metodologias essas que são oferecidas pela neurociência.

Fonte: http://www.forebrain.com.br/noticias/porque-voce-deveria-estar-usando-neurociencia/?utm_campaign=newsletter_-_39&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Como Criar o Seu Título do Perfil no LinkedIn para Atrair o Olhar dos Recrutadores

O título (headline) do seu perfil no LinkedIn é uma das partes mais importantes no que se refere a conseguir uma boa visibilidade na rede perante seu público-alvo. Prova disso é que, ao se fazer uma busca na ferramenta, você vai ver somente 4 informações sobre cada conexão listada nos resultados da busca:

A foto de perfil, o nome, o título e a quantidade de conexões em comum.

A partir dessas 4 informações – sendo o título, provavelmente, a mais importante delas, além de ser o foco deste artigo  – seu potencial público-alvo vai tomar a decisão: clicar ou não clicar no seu perfil para ver mais detalhes? Veja que se há poucos resultados na busca, acabamos sendo menos criteriosos e tomamos mais tempo para clicar nos poucos perfis que aparecem, mas a lógica é que raramente é assim.

Só no Brasil existem cerca de 30 milhões de usuários cadastrados no LinkedIn – e o número não para de crescer – então pode apostar que existem dezenas, senão centenas de perfis parecidos com o seu. É muito provável que o seu perfil passará despercebido no meio daquela multidão, principalmente se você fizer como a maioria das pessoas, ao deixar o LinkedIn colocar o título por você.

Ao deixar de customizar seu título, o LinkedIn irá colocar sua posição no emprego atual e o nome da empresa como título do seu perfil (configuração padrão).

O problema é que, fazendo dessa forma, você cai na vala comum da maioria das pessoas, que simplesmente não investem tempo na customização do perfil do LinkedIn e acabam passando batido nas vistas dos recrutadores por terem um perfil medíocre (dentro da média) a primeira vista. Veja que estou falando aqui apenas do primeiro contato com seu perfil, não do conteúdo após clicar nele.

Cabe aqui reforçar sobre um erro muito comum das pessoas em busca de recolocação ao criarem seu título no LinkedIn:

Elas colocam os termos “Em busca de Recolocação”, “Em Transição de Carreira” ou similares no título do perfil.

Quem faz buscas pelos profissionais “Em Busca de Recolocação” no LinkedIn?

As únicas pessoas que fazem buscas no LinkedIn utilizando a palavra-chave “recolocação” são as pessoas que estão a procura de especialistas em recolocação de profissionais no mercado de trabalho. Na lista, aparecerão muitos desses profissionais junto com o seu perfil, e o seu é que está no lugar ERRADO, evidentemente.

Você que tem essa palavra no seu título ou nome, experimente fazer o teste da busca.

E mesmo que você apareça na lista de profissionais ao ser buscado por palavras-chaves relacionadas com sua profissão atual, o fato é que mesmo assim você estará em desvantagem em relação a outros candidatos listados.

Pense assim:

Você vê várias casas num anúncio, uma tem a placa na frente da casa “A” que diz: “Casa totalmente renovada, muita luminosidade, conceito open space”. Na frente da casa “B”, você vê outra placa, que diz: “Procuro compradores pra esta casa”.

Qual casa você ficaria mais tentado em visitar? Pois é…

Outro erro muito comum é colocar o cargo na empresa atual no título do perfil no LinkedIn, quando este é muito genérico. Justamente por descrever uma função muito ampla, torna sua visibilidade uma tarefa mais árdua. Por exemplo, tem pessoas que trabalham no financeiro de muitas empresas por aí, mas que tem no registro em carteira o cargo de analista ou assistente administrativo, o que é obviamente muito genérico.

Quando um recrutador faz buscas de alguém com perfil administrativo/financeiro, outros perfis com o título mais específico (com a palavra-chave “financeiro” tendem a aparecer com mais destaque do que o perfil genérico daquela pessoa.

Resultado: Dificilmente o recrutador chegará até o seu perfil quando estiver em busca de profissionais para aquela vaga TOP que bate com suas qualificações.

Pode ver quantas boas oportunidades você pode estar perdendo, e o pior, SEM se dar conta?

Porém, ainda que seu cargo seja específico, você poderá apenas figurar na lista de buscas do recrutador, mas vai precisar de algo mais do que isto para chamar a atenção e cortar a fila da lista, que é quando o recrutador prefere clicar no seu perfil para ver primeiro, ainda que não esteja entre os primeiros listados.

Você precisa se destacar na multidão. E não vai conseguir fazer isso repetindo o que a maioria das pessoas fazem (ou deixam de fazer).

Eis a grande pergunta: Como exatamente você vai fazer para se destacar? Para isto, você vai precisar de palavras-chaves que refletem seu core-business, sua essência enquanto profissional.

Ao utilizar palavras-chaves no título do perfil, você vai tirar proveito da máquina de buscas do LinkedIn. O titulo tem um peso importante na classificação dos perfis buscados pela ferramenta.

Se você tem duvidas quanto a isso, experimente por você mesmo: Faça a busca no ícone de lupa do LinkedIn colocando palavras-chaves relacionadas a sua profissão e veja os perfis que são listados.

Na imensa maioria, você vai ver perfis que tem aquelas palavras-chaves que você utilizou na busca e apenas uns poucos cujas palavras-chaves estão somente nos demais campos de preenchimento do perfil.

Onde buscar as palavras-chaves mais quentes, que possam ajudar meu perfil profissional a se destacar nas buscas do LinkedIn?

Você pode fazer isso de três  formas:

  1. Olhando para seu próprio perfil: Busque no seu próprio perfil profissional os termos que melhor define suas habilidades, talentos e experiência e que estejam alinhados com seus objetivos de carreira.
  2. Olhando para as vagas no Mercado de Trabalho: Busque nas vagas que batem com seu perfil no mercado de trabalho quanto as palavras-chaves mais comuns utilizadas, tanto no título das vagas como na descrição delas. Ao fazer sua pesquisa, não se limite apenas nas vagas em aberto, mas verifique mesmo as vagas fechadas há 6 meses ou mais. A ideia é ter informação suficiente para tomar uma decisão mais embasada sobre quais palavras-chaves utilizar.
  3. Olhando para a concorrência:  Ao fazer as buscas com as palavras-chaves que mais caracterizam você enquanto profissional no LinkedIn, dê uma olhada no perfil dos colegas que aparecem listados acima de você. Verifique os perfis completos de alguns, desde o título, sumário, etc.

Dessa forma, tente captar se não há alguma palavra-chave relevante que você tenha passado batido e que possa aproveitar no seu perfil. Mas atenção, você não precisa (e nem deve) copiar o título dos outros. Além de não ser legal, você não estará sendo original e mais uma vez vai cair na ladainha de repetição da maioria, que passa invisível aos olhos dos recrutadores.

As palavras-chaves erradas podem ser neutras, mas pior que isso, pode ter um efeito negativo na sua imagem – Cuidado!

Palavras-chaves podem ser boas e destacar seu perfil, mas por outro lado, o tiro pode sair pela culatra se você utilizar as palavras-chaves erradas, que além de não dizer nada, ainda podem passar uma imagem negativa.

Por exemplo, palavras-chaves que não dizem nada com nada, que não agregam valor ao seu perfil como “Profissional”, “Experiente” outras similares devem ser evitadas.

Pior que isso ainda podem ser palavras-chaves que te descrevem como TOP, “O melhor…” ou coisas do tipo, pois as pessoas não gostam de quem fica se gabando por aí, por melhor que esses profissionais sejam. Deixe sua experiência e seus resultados falarem por você através do seu perfil no LinkedIn e eles chegarão a conclusão natural de que você é aquele profissional diferenciado que eles procuram.

Coloque-se na posição do seu público alvo e pergunte-se, para cada palavra-chave selecionada:

Este é um termo que eu utilizaria numa busca na ferramenta por um profissional que atenda as necessidades “X” ?

Toda palavra-chave deve passar por esse teste para evitar desperdício daquele espaço tão crucial e ao mesmo tempo tão pequeno com palavras vazias, sem significado no seu perfil do LinkedIn.

E ATENÇÃO: o espaço para o título no LinkedIn pode ser truncado dependendo do dispositivo usado na visualização

Com a maior utilização dos dispositivos mobile nos dias de hoje, não é absurdo afirmar que seu perfil está sendo visto mais através deles do que por meio de telas grandes dos PCs, laptops, e outros dispositivos similares. E com isto, há uma limitação na visualização do título do seu perfil , dado o espaço menor na tela: apenas os primeiros 50 caracteres são mostrados. Daí a importância de você garantir que as suas melhores palavras-chaves estejam ocupando esse espaço inicial.

Ok, você selecionou as palavras-chaves que melhor identificam você enquanto profissional…e agora, como colocar isso no título de tal modo que faça sentido, ou melhor ainda, que salte aos olhos dos recrutadores?

Lembre-se que, dentro dos 120 caracteres permitidos no título, seu desafio é de mostrar o porque seu perfil merece um clique para saber mais sobre você. Portanto, seu título deve ir de encontro com a necessidade dos recrutadores que procuram alguém no seu perfil.

Por exemplo, se você é gerente de projetos de TI com muitos anos de experiência no ramo financeiro e está aberto a ouvir sobre oportunidades nesse mesmo ramo no estado de São Paulo, poderia colocar no seu título no LinkedIn, algo como:

Gerente de Projetos em TI|10+ Experiência no Ramo Financeiro|PMP|Orçamento de +5 Milhões | Project Manager SP

Veja que fiz uso de quase TODO o espaço de 120 caracteres do título. Você não tem nada a perder fazendo isto, muito pelo contrário, terá mais chances de cativar o olhar ocupado do recrutador. Veja que destaquei dados que mostram a experiência em projetos de grande envergadura, o que por si só diz muito sobre a experiência e o tamanho da responsabilidade daquele gerente.

O fato de colocar o termo em inglês ajuda para que o perfil apareça para oportunidades que provavelmente exijam o domínio daquela língua. Como pode ver, cada termo tem seu propósito.

Compare agora com os muitos títulos que aparecem nas buscas pela palavra-chave “gerente de projetos” no LinkedIn e veja como o título acima se destacaria entre eles:

Gerente de Projetos TI na Empresa “X”

Gerente de Projetos PMP na Empresa “X”

Gerente de Projetos TI | 10+ Experiência no Ramo Financeiro | PMP | Orçamentos +R$1 Milhão  | IT Project Manager SP

Gerente de Projetos na Empresa “X”

Gerente de Projetos na Empresa “X”

Bem, o que acontece se o recrutador clicar PRIMEIRO no seu título? Você estará um passo a frente da concorrência, mas claro que seu perfil completo tem que ser consistente com a mensagem do seu “anúncio” no título.

Ou seja, você tem que continuar impressionando o recrutador enquanto ele percorre seu perfil. O objetivo final de tudo isso é, evidentemente, você receber uma mensagem privada do recrutador para um contato telefônico.

Enfim, seu título pode aproximar ou afastar os recrutadores do seu perfil. Claro que isto não é tudo, tem muito mais depois que o recrutador clicou no seu perfil, como disse acima, mas aí é história para outros artigos. Trabalhe no seu título e compartilhe com seus amigos (especialmente aqueles que não sabem exatamente no que você trabalha) sobre o que acham depois dos ajustes.

Pergunte a eles que tipo de profissional vêem ao lerem apenas o título do seu perfil. O que eles conseguirem traduzir do título será muito provavelmente o que seu público-alvo entenderá quando se deparar com seu perfil no LinkedIn na ferramenta de buscas.

Isto vai te dar uma ideia mais clara sobre a força do título do seu perfil.

Visibilidade NÃO é tudo, mas é uma parte extremamente importante para que você tenha acesso as melhores oportunidades de emprego e negócios, e não se deixe enganar, cada detalhe CONTA. Não ignore isso. Ou vão te ignorar.

 

Fonte: http://carreiradeti.com.br/titulo-perfil-linkedin-atrair-recrutadores/

Quatro fatos sobre a venda da Time

Magazine

Com o desembolso de US$ 2,8 bilhões, Meredith busca trazer maior credibilidade ao seu portfólio

O grupo de mídia Meredith Corp., dono de títulos como Better Homes & Gardens e AllRecipes, oficializou, nesta segunda-feira, 27, uma oferta de US$ 2,8 bilhões pela Time Inc, dona da revista homônima e também de outras marcas como Fortune e Sports Illustrated.

Por trás do negócio, que envolve uma dívida bilionária, está um momento conturbado para o grupo que edita a Time e a busca da Meredith em trazer maior credibilidade ao seu portfólio.

Eduardo Tessler, consultor de mídia, lembra que há pouco o grupo recusou proposta semelhante de três investidores ligados à Warner Music. Tessler ressalta os ganhos da Meredith em incorporar títulos tão renomados e faz algumas considerações sobre o negócio:

Das causas:

Problemas financeiros
A empresa tem uma dívida de cerca de US$ 1 bilhão.

Estratégia digital
O grupo tem ótimas marcas, mas chegou tarde no mundo digital. Talvez assustado pelo naufrágio da concorrente Newsweek – que tentou pular do papel ao 100% digital e, também sem planejamento, teve de voltar ao papel -, a Time (carro-chefe da companhia) ainda se considera uma revista semanal de informação, e não uma marca multiplataforma. O modelo de negócios é quase que totalmente baseado no papel.

Das oportunidades:

Enriquecimento de portfólio
A Meredith tem uma ótima operação digital, mas está focada em um mercado limitado: as donas de casa, em geral. Tem potencial de crescer muito com novos nichos ao incorporar títulos como Time, Sports Illustrated, Fortune, Enterteinment Weekly.

Negócio
Foi um bom negócio para aumentar o público-alvo, uma vez que a operação com as marcas da Meredith estavam se esgotando. Mas o preço pago é alto para uma empresa que vem perdendo espaço em seu negócio – queda em assinantes, queda em publicidade, queda em relevância. Mas um dos poucos grupos que podem aproveitar os ativos da Time Inc (audiência) e transformar isso em dinheiro é o Meredith. Talvez dê certo. É mais barato comprar a reputação das marcas da Time do que lançar novos títulos para “fabricar” audiência.

Fonte; http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2017/11/28/quatro-fatos-sobre-a-venda-da-time.html

Marcas voltam a boicotar o YouTube

Anunciantes como HP, Mondelez e Mars retiraram anúncios da plataforma após exibição de conteúdo impróprio em vídeos direcionados a crianças

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O YouTube gerencia um novo boicote de anunciantes após notícias da BBC e do The Times apontarem que vídeos de marcas estariam aparecendo em conteúdo impróprio para o público infantil. Diante das denúncias, na semana passada, várias empresas, entre elas Mars, HP e Mondelez, pressionaram a plataforma para que revise novamente suas ferramentas de segurança.

Na semana retrasada, o YouTube já havia iniciado uma revisão de conteúdo considerado impróprio deixando as regras para a plataforma mais rígidas. Dezenas de canais tiveram vídeos excluídos. Segundo informações do The Guardian, fornecidas pelo Tubefilter, os canais que tiveram suas visualizações extraídas possuíam números de tráfego altos que passavam de 1,3 bilão de visualizações.

“Na última semana, encerramos mais de 50 canais e removemos milhares de vídeos sob estas diretrizes, e continuaremos trabalhando rapidamente para remover mais todos os dias. Também implementamos políticas para restringir a idade (apenas disponíveis para pessoas com mais de 18 anos e logadas) com personagens de entretenimento familiar, mas contendo temas maduros ou humor adulto”, escreveu Johanna Wright, vice-presidente de gerenciamento de produtos do YouTube, no blog da empresa.

Desde o início de novembro, a plataforma já vinha sendo cobrada também por conteúdo impróprio exibido no YouTube Kids, plataforma criada em 2015 especificamente focada no público infantil. Na ocasião, uma porta-voz da empresa veio a público afirmando que usava uma combinação de machine learning, algoritmos e denúncias da comunidade para determinar o conteúdo do aplicativo, bem como o que era exibido em anúncios.

Pressão do mercado

Em março deste ano, YouTube e Google vivenciaram um boicote de grandes proporções que começou no Reino Unido após a decisão da agência Havas de retirar toda a publicidade de seus clientes do Google e do YouTube. Na época, a plataforma foi acusada de permitir anúncios em sites extremistas e de cunho violento. Na ocasião, o Google veio a público anunciar novas diretrizes relacionadas à mídia programática.

Grandes marcas do Reino Unido, como a varejista Marks & Spencer, Argos, BBC, Domino’s Pizza, The Guardian, Hyundai, Royal Mail e Sainsburys, aderiram ao boicote.

Na época, Allan C Thygesen, presidente do Google para as Américas, falou com exclusividade ao Meio & Mensagem sobre o assunto. “Desapontamos grandes anunciantes no Reino Unido. Todas as medidas anteriores não estavam boas o suficiente e estamos anunciando novas ferramentas para aprimorar nosso sistema de segurança e permitir que os anunciantes estejam mais seguros ao veicular anúncios em nossas plataformas”, disse Allan.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2017/11/28/marcas-voltam-a-boicotar-o-youtube.html

O novo logo da F1

O novo logotipo da F1 foi projetado para ser mais simples e mais adaptável às plataformas digitais. Explicando o design, a líder de marketing da F1, Ellie Norman, disse que o logotipo é baseado em dois carros que circulam por um circuito e lutam para cruzar a linha de chegada. O logotipo inspira-se na forma de perfil rebaixado de um carro e foi criado para oferecer muito mais flexibilidade e versatilidade sobre a versão atual.A Liberty Media é a nova dona da Fórmula 1 e para 2018 promete uma renovação completa do esporte. Dando o primeiro passo para a revisão, a nova gestão da F1 revelou o novo logotipo da F1 ao final do Grande Prêmio de Abu Dhabi, no circuito da Yas Marina. O logotipo novo e simplista substitui o tradicional F1, utilizado por 23 anos, um belo exemplo da correção aplicação das leis da Gestalt. O novo logotipo da F1 foi revelado no pódio, logo após a cerimônia ao final da temporada, e será acompanhado por uma campanha de renovação abrangente no início da temporada de 2018. A decisão de mudar para o novo logotipo também foi apoiada pela FIA.

Curiosamente, o antigo logotipo da F1 alcançou um status icônico porque o ‘1’ estava habilmente escondido no meio da estrutura. No entanto, os novos proprietários disseram que o 1 era um pouco sutil demais para muitas pessoas. O novo design também será mais útil ao replicar digitalmente e em mercadorias.

A Liberty Media pisará fundo no relançamento completo da marca para a F1 antes do Grande Prêmio da Austrália de 2018, primeiro da temporada 2018, agendado para 25 de março. Isso também incluirá um novo pacote gráfico para televisão, plataforma web e redes sociais.

Fonte: https://designermaodevaca.com/post/o-novo-logo-da-f1