Arquivo mensal: setembro 2017

Faixas de pedestre em 3D tentam reduzir atropelamentos

faixa-3d-1

Faixa de pedestre pinta em 3D na Islândia (Foto: Facebook/Vegamálun GÍH)

Iniciativas já foram vistas na China, Índia, Geórgia e agora na Islândia.

Como a faixa de pedestres parece não significar nada para muitos motoristas, algumas tentativas de pinturas em três dimensões pelo mundo tentam tornar o sinal mais visível, com objetivo de reduzir atropelamentos.

Iniciativas já foram vistas na China, Índia, Geórgia e agora na Islândia. A ideia é usar a ilusão de óptica como um fator a mais para fazer o motorista reduzir a velocidade e permitir a passagem dos transeuntes.

Segundo informou a agência de notícias chinesa Xinhua, em Chengdu, pedestres notaram que os veículos passaram a parar mais na faixa com a pintura 3D.

Screen Shot 2017-09-29 at 14.30.26

Um estudo da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) apontou que 22% das mortes no trânsito se referem a pedestres.

Um pedestre tem menos de 20% de probabilidade de morrer se atropelado por um automóvel a menos de 50 km/h, mas quase 60% se atropelado a 80 km/h.

No entanto, ainda não existem estudos que comprovem a eficácia da faixa 3D, que pode cair conforme os motoristas vão se acostumando com a ilusão.

Fonte: https://g1.globo.com/carros/noticia/faixas-de-pedestre-em-3d-tentam-reduzir-atropelamentos.ghtml
Anúncios

“Pessoas assinam conteúdo como sócios-torcedores”, diz Walter Longo

jornalismo-1600x465

Em Fórum da Aner, presidente do Grupo Abril afirmou que leitores têm buscado engajamento no lugar de de isenção

O Fórum da Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas) aconteceu nesta quarta-feira, 27, para discutir tendências em formatos de monetização para veículos de mídia impressa. A diversificação dos produtos pelo oferecimento de branded content, newsletters e hubs de produtos já fomentou alguns cases no mercado nacional, mas para Walter Longo, presidente do Grupo Abril, veículos precisam entender que os consumidores esperam um posicionamento de suas marcas.

“Sempre acreditamos que o nosso negócio consistia em dar informação de forma isenta. Aparentemente, os leitores não estão mais procurando isenção, mas engajamento pela confirmação de suas teses e validação de suas crenças. Pessoas buscam assinar revistas e jornais da forma como se inscrevem em clubes de sócio-torcedor, que têm suas causas”, disse ele.

Aner-300x157

Marcelo Rech, Fabio Gallo e Walter Longo se reuniram em debate da Aner.

Como exemplo, ele citou veículos americanos como Fox e New York Times, que, segundo a sua avaliação, conseguiram alavancar sua base de assinantes nos últimos meses muito em função do cenário político desencadeado desde a eleição de Trump.

Em meio às dificuldades de monetizar o conteúdo digital,  pensar o impresso como uma atividade-meio, e não uma atividade-fim, virou um desafio para os players tradicionais. O presidente do Grupo Abril defendeu um modelo de gestão onde o publisher não é uma empresa de mídia, mas uma empresa de marcas.

“Precisamos entender os títulos como várias marcas diferentes sob o guarda-chuva de uma marca maior, desenvolvendo outras atividades e formas de distribuição para monetizar cada marca. Assim, o impresso vira apenas mais um custo de marketing dentro de um ecossistema de produtos mais completo”, defendeu.

Marcelo Rech, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e vice-presidente editorial do Grupo RBS, afirmou que com a crescente participação de fontes não tradicionais na receita dos publishers, o posicionamento é um diferencial. “Não há outro caminho senão diversificar essas fontes e olhar para dentro para entender qual é o seu diferencial. Cada veículo precisa fazer um exame de consciência e se perguntar onde é que se destaca no mundo”, afirmou.

“Só há duas coisas comparáveis à venda de propaganda, em termos de lucratividade: cocaína e pedágio” — Walter Longo

Walter Longo ponderou, no entanto, que o mercado impresso está acostumado com margens de lucro “obscenas” e vai ter que se acostumar com novos modelos. A receita advinda de seminários, premiações e eventos, por exemplo, jamais compensará de forma proporcional a queda de receita publicitária.

“Só há duas coisas comparáveis à venda de propaganda, em termos de lucratividade: cocaína e pedágio”, brincou. “Se eu tenho receita de R$ 1 milhão em um evento, acabo ficando com R$ 200 mil de margem, enquanto com a publicidade, tenho R$ 900 mil de margem em relação ao mesmo valor”, explicou. O remédio, segundo ele, é cortar custos e investir mais entusiasticamente nos modelos alternativos.

Ao corpo editorial e de marketing, por sua vez, cabe reforçar o brand safety em diferentes projetos e incorporar um novo mindset, de acordo com Marcelo Rech. “O maior risco que um negócio pode correr nos próximos anos é relutar em inovar sua cultura interna”, completou.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2017/09/27/pessoas-assinam-conteudo-como-socios-torcedores-diz-walter-longo.html

Voltar de Brasília

arabia

Filme Arábia, de Affonso Uchoa e Joao Dumans (foto: Vasto Mundo/Divulgação)

Sim, Brasília mostrou coisas incríveis. “Arábia” é uma pequena joia e o filme do Adirley, “Era uma Vez Brasília” o consolida como um dos melhores cineastas brasileiros na atualidade.

Aliás, a julgar pelo cinema que tenho visto, ser um dos melhores do Brasil não é tão diferente de ser um dos melhores e ponto.

Do mais, me parece que o segundo episódio de “O Nó do Diabo”, do Gabriel Martins, também de Contagem (como os diretores de “Arábia”) é muito forte. Não entendo tanto assim de horror, mas vou consultar a Laura Cánepa a respeito. O fato é que não é desse tipo de terror de susto, mas de te pegar pelas entranhas e puxar. A escravatura é o assunto.

Os debates foram uma questão à parte.

Comprovam que o velho mundo explodiu. Não há mais pensamentos universalizantes ou eles são apenas marginais. Existem as mulheres, os gays, os travestis, os sadomasoquistas, os negros. E breve, por que não, os canhotos, os carecas, etc.

Lá ouvi uma moça afirmando que tal sequência de um filme “devia ser tirada”.

Por quê? Ela é da censura?

Posso entender certa radicalidade e certa impaciência, sobretudo dos movimentos negros, porque a opressão sobre eles foi e continua sendo monstruosa. Mas seria desejável que eles contivessem esses ímpetos.

Na verdade, isso é preciso que se reconheça, trata-se de um velho hábito da esquerda: proibir, censurar, achar que isso é a solução.

No que isso é diferente dos facínoras de direita tipo MBL?

Tudo pode e dever ser mostrado. Isso não impede o exercício crítico.

Mas evita vexames, como o da moça que, ao ouvir a Rosário falar no ator Escurinho tratou logo de apontá-la como racista.

E a Rosário de explicar que Escurinho é o nome do ator, não um modo de chamá-lo.

Talvez convenha ter calma nessa hora.

E pensar que os debates sobre filmes são debates de ideias, de concepções artísticas. É um ambiente fechado onde, a rigor, nada se decide.

Não vai ser estripando um filme que os negros, as mulheres, os gays ou lá quem seja conseguirão romper padrões de comportamento: é em outros lugares que isso se decide.

De todo modo é muito bom ver um filme de cineastas que vêm da Rocinha, como os Irmãos Carvalho. E que têm ideias.

Fonte: https://cantodoinacio.wordpress.com/2017/09/27/voltar-de-brasilia/

Os 10 Critérios Mais Decisivos para Compras Online

featured5

A cada segundo, dezenas de transações são realizadas na internet. Isso faz da rede o maior shopping centre do mundo! Bijuterias, móveis ou cosméticos, é possível encontrar de tudo. A quantidade de lojas virtuais não para de crescer e a consequência é que o setor de eCommerce vai muito bem. Qual o motivo para as pessoas comprarem online? A rapidez, a escolha e as boas ofertas. E de que forma se compra online? Essa é a pergunta de um milhão de dólares.

Nós conhecemos todas as técnicas da venda tradicional. Já no planeta da Web, as regras são diferentes. Você sabe por que um internauta escolhe fazer suas compras em um site e não em outro? Nós sabemos! Veja os 10 critérios que influenciam uma compra online – os números comprovam.

1. O web design

93% dos consumidores consideram a aparência visual como o elemento chave da decisão de compra.

Na internet a concorrência é dura. Para destacar-se de seus concorrentes, você deve criar o efeito “Uau!”. Para conseguir isso, você precisa ter um design impecável. Não só seu site deve ser claro e organizado, mas também precisa criar o efeito surpresa.

Acrescente animações ao seu site para criar um agito em suas páginas (como faz a usuária Tamar Shalem em seu site – veja abaixo). Você também pode incluir um efeito de rolagem Parallax: onde o background rola numa velocidade diferente do restante dos elementos. Parece até um efeito 3D que vai com certeza impressionar todos os seus visitantes.gifwebsite.gif

2. A experiência do usuário (UX)

76% das pessoas dizem que a coisa mais importante é a facilidade de utilização do site.

É certo que seu site precisa ser bonito, mas só isso não é suficiente: também precisa ser funcional! Você gosta de fazer suas compras numa loja onde os produtos estão bem organizados e onde você encontra facilmente tudo o que deseja, certo? Na internet é exatamente a mesma coisa, ninguém gosta de ficar horas procurando, mesmo que esteja confortavelmente sentado num sofá.

Para isso existe uma técnica simples: a regra dos 3 cliques. Os visitantes devem ter acesso a qualquer informação do seu site com apenas 3 cliques. Crie um menu para organizar suas páginas e adicione âncoras para facilitar a navegação. O objetivo é oferecer a seus clientes a melhor experiência de usuário (também conhecida pela sigla em inglês – UX). Quanto mais fácil a utilização do seu site, mais os internautas vão gostar de passar um tempo nele e maior a sua chance de conversão.

Esta regra é válida tanto para computador quanto para dispositivos mobile. Hoje em dia, a maioria das compras são feitas a partir de smartphones e tablets, por isso não negligencie estes clientes em potencial. A versão mobile do seu site deve ser impecável: as imagens, os textos e os menus devem ser adaptados para a navegação mobile. Não há maior erro que esquecer as telas pequenas.

3. Os vídeos

73% dos consumidores ficam mais inclinados a comprar um produto ou serviço se primeiro puderem ver um vídeo explicativo.

Se uma imagem vale mil palavras, quanto você acha que vale um vídeo? Não é necessário fazer contas, você pode confiar quando dizemos que o vídeo é o formato mais apreciado na internet. Não é somente cativante, mas também atrai a atenção do visitante e viraliza – uma combinação imbatível.

Só que você é comerciante, não é cineasta ou diretor de cinema. Que tipo de filme você poderia fazer? Depoimentos de clientes, demonstração de produtos, apresentação da sua equipe. Você ficará surpreso de ver tudo o que pode impactar positivamente suas vendas. Pronto? Ação!

4. A página de produto

A página de produto é a página mais importante antes da compra.

Se você tem uma loja virtual deve ter uma página dedicada a cada produto, é a página de produto. Parece óbvio? Veja a seguir uma lista de conselhos para fazer as suas páginas de produto serem o mais eficientes possível:

  • Fotos profissionais. As imagens devem valorizar o seu produto. Para uma foto perfeita, preste atenção na iluminação, na captura da imagem e no material usado. Mais ainda, fotografe-os de todos os ângulos e também faça fotos dos produtos em diferentes situações. Assim você dá ao cliente a possibilidade de saber exatamente o que está comprando e a confiança necessária para efetuar uma compra online.
  • Uma descrição detalhada. As imagens não são suficientes, você deve acrescentar todos os detalhes possíveis e imagináveis sobre o seu produto: as dimensões, o material, as cores, opções de tamanhos diversos, etc.
  • Chamada de ação (CTA) ou os botões de ação em bom português. Na internet não há vendedores para dizer para onde a pessoa deve ir. Acrescente botões claros para direcionar seus visitantes enquanto compram e se assegurar que não vão se perder no caminho para finalizar a compra.

5. Tempo para carregar o site

Aproximadamente 65% dos consumidores não estão dispostos a esperar mais de 3 segundos  para que um site carregue.

Hoje em dia queremos tudo ali na hora! As pessoas não querem esperar nada, e menos ainda se for para carregar um site. Se o pequeno ícone que mostra que o site está carregando ficar rodando parado na tela as pessoas passam direto e esquecem o site.

Mas então, como evitar o pior? Há alguns elementos sobre os quais você não tem nenhum controle, como por exemplo, a conexão de internet ou a velocidade do computador do internauta. Por outro lado há outros que você pode controlar sim e que têm um impacto significativo na velocidade de carregamento do seu site. Em primeiro lugar, as imagens: use apenas formatos compactados tipo JPEG para deixar seu site mais leve. Em segundo lugar, a tipografia: evite usar mais de 3 fontes diferentes numa mesma página. Além de deixar o site mais difícil de ler, você também corre o risco de deixá-lo mais lento.

time-loading

6. Opções de pagamento

Os comerciantes que aceitam plataformas de pagamento consolidadas, como Paypal, têm 30% mais de utilização do site.

Na loja física, assim como na virtual, deixe seus clientes escolherem a forma como querem pagar suas compras: cartão, dinheiro, cheque (ou permuta). Quanto mais formas de pagamento você oferecer, maior a sua chance de efetuar vendas.

7. O preço

36% dos consumidores de lojas virtuais abandonam o processo de compra porque encontram um preço melhor.

Um dos motivos pelos quais gostamos de fazer compras online é para ganhar tempo, mas também estamos sempre procurando pelos preços convidativos. Adoramos promoções, ofertas especiais e códigos promocionais! Na internet, o preço é um critério extremamente importante. Os internautas visitam diversos sites e comparam preços antes de tomar uma decisão.

Para aumentar sua taxa de conversão faça promoções regularmente. Qualquer ocasião é boa para baixar os preços: dia das Mães, Natal, dia dos namorados…Mesmo se você tem o melhor preço no planeta, isso precisa ser divulgado.

8. As redes sociais

3 em cada 4 compradores online declaram usar as redes sociais e 43% encontraram produtos novos nas redes sociais.

Você sabia que as redes sociais podem ajudar a aumentar suas vendas? Criando canais em suas plataformas preferidas você constrói sua comunidade e ganha em publicidade. Mas isso não é tudo, você também pode apresentar ali seus produtos e se engajar em conversas com seu público. Jogando com o lado informal e humano das redes sociais, você vai alcançar seu objetivo de outra maneira e esta é uma forma excelente para aumentar sua taxa de conversão. Facebook, Twitter, Linkedin, Pinterest, YouTube, todos são úteis cada um de sua forma. Em 2017, na era do digital e da super comunicação, as redes sociais não são mais só uma opção, são uma obrigação.

social-media-account

9. As avaliações dos consumidores

30% dos consumidores desistem de uma compra por causa de avaliações negativas.

Qual é a primeira coisa que se faz depois de descobrir um produto ou serviço online? Obviamente que vamos ver sua nota no Tripadvisor. As avaliações dos consumidores têm uma grande importância na decisão de fazer uma compra.

Sabemos que o que você está oferecendo é perfeito, mas as outras pessoas também sabem disso? Mostre em sua página todos os depoimentos positivos para influenciar seus visitantes. Dessa forma, seus clientes podem dar suas avaliações e depoimentos. Em seguida mostre essas avaliações em suas páginas nas redes sociais. Não seja tímido, você bem que mereceu todas esses belos depoimentos – e as vendas também.

10. Serviço de atendimento ao cliente

57% dos clientes que compram online preferem contactar o vendedor por telefone.

Claro que a transação aconteceu através de um computador, mas nem por isso você deve esquecer o contato humano. Interagir com seus clientes é muito importante para conquistar a sua confiança. Quando os clientes têm um problema, você deve escutá-los e responder adequadamente. Isso terá um enorme impacto em suas vendas e não esqueça que um cliente satisfeito é um cliente fiel.

 

Fonte: https://pt.wix.com/blog/2017/09/os-10-criterios-mais-decisivos-para-compras-online/?utm_source=PT+Wix+Blog&utm_campaign=7aeebd2e36-UA-2117194-47&utm_medium=email&utm_term=0_b88448bdf2-7aeebd2e36-157549773
 

YouTube incorpora tecnologia criada no Brasil

A Vogon permite diferentes versões de um mesmo vídeo e foi lançada nesta segunda-feira como Director Mix

YouTube_Filmes_Background

O escritório do Google no Brasil, há anos, deixou de atuar somente como uma célula comercial e transformou-se em um importante centro de desenvolvimento de novas tecnologias. Muitos dos testes e produtos desenvolvidos por aqui podem virar referência para a empresa em escala global. E um dos exemplos mais recentes deste potencial é o anúncio que Diya Jolly, product manegement do Google, fez nesta segunda-feira, 25.

A executiva anunciou o lançamento do Director Mix, ferramenta que no Brasil foi chamada de Vogon. Ela tem o objetivo de simplificar o processo de criação de diferentes versões do mesmo vídeo adaptando o conteúdo a cada tipo de público. “As marcas nos fornecem os blocos de construção do anúncio, como, por exemplo, diferentes locuções, fundos e textos, e nosso sistema criará várias versões para os diversos segmentos de audiência”, escreveu Diya.

Fora do Brasil, a tecnologia já foi utilizada pela Campbell’s Soup que modificava o vídeo a ser entregue de acordo com as pessoas que estavam assistindo. “Por exemplo, se você clicou para assistir vídeos de Orange is the New Black, você veria um anúncio perguntando: ‘a comida que você prepara faz com que o que é servido na prisão pareça bom? Temos uma sopa para isso”. A Digi, empresa de telefonia da Malásia, usou o Vogon em uma campanha do Digi Music, seu aplicativo de música. Os anúncios customizados eram baseados no artista que o internauta estava assistindo no YouTube.

“Quando entrei no Google e conheci a área de gTech. analisando todo o potencial de insights e entendendo as necessidades locais dos clientes, fui conversar com a área para tentar desenvolver uma ferramenta que ajudasse agências e clientes na criação de vídeos dinâmicos com mensagens e insights locais adequados às necessidades de cada região”, diz Mônica Carvalho, diretora de negócios no Google Brasil, e responsável pela ideia.

O primeiro case utilizando a lógica da ferramenta foi o “Share a Coke”, onde as latinhas da Coca foram personalizadas com nomes de pessoas. A empresa fez o mesmo no YouTube, onde cada peça continha o refrigerante com o nome customizado para o vídeo a ser assistido. Ao ver um vídeo do Michael Jackson, o usuário via uma lata ou garrafa com os dizeres “Dividindo uma Coca com o Rei do Pop”, ao ver um vídeo sobre o Flamengo, o refrigerante tinha o tema de flamenguistas.

No Brasil, o Vogon também foi utilizado pelo Mercado Livre que, no ano passado, lançou a campanha “Baseado em comentários reais”. Foram mais de 16 formatos diferentes de anúncios desenvolvidos em parceria com o YouTube. A Claro desenvolveu o “PREzão da Claro dura mais que piada antiga” utilizando a ferramenta para promover seu plano.

Vídeo explicando a aplicação de Vogon para a Campbell´s Soup:

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2017/09/25/youtube-incorpora-tecnologia-criada-no-brasil.html

Pela 5ª vez, Apple e Google seguem como mais valiosas

background_apple

Best Global Brands 2017 também destaca crescimento de marcas como Facebook, Adobe, Adidas e Starbucks

google-headquarters-300x200

Sede da Google, pela quinta vez liderando o ranking. (Créditos: reprodução)

A Interbrand divulga o resultado da 18ª edição do ranking “Best Global Brands”. Dessa vez, a Apple, a Google e a Microsoft são as três marcas mais valiosas do mercado. O ranking é construído com base em três características que contribuem para o valor da marca:

 

– Performance Financeira de produtos e serviços;

– Papel da marca na decisão de compra do consumidor; e

– Força da marca para garantir preço premium ou ganhos futuros para a empresa.

Pelo quinto ano consecutivo, Apple e Google ocupam as primeiras posições. A Apple cresceu 3% e tem valor de marca de USD$ 184,154 milhões, enquanto que o Google cresceu 6% chegando a um valor de marca de USD$ 141,703 milhões.

As cinco marcas que mais cresceram são Facebook (48%), Amazon (29%), Adobe (19%), Adidas (17%) e Starbucks (16%).

Mais da metade das Best Global Brands compõe quatro setores: Automotivo, Tecnologia, Serviços Financeiros e Bens de Consumo. O varejo é o setor que mais cresceu em termos de porcentagem, 19%.

Segundo a Interbrand, as marcas brasileiras não estão no ranking porque não atendem aos critérios para entrar no rol das marcas globais mais valiosas. “Algumas possuem valor financeiro, porém não têm presença global”.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/ultimas-noticias/2017/09/25/pela-5a-vez-apple-e-google-seguem-como-mais-valiosas.html

Infográfico: como criar um canal de sucesso no Youtube

O Youtube costumava ser um site de compartilhamento de vídeos lá em 2006, quando as pessoas postavam vídeos fofos dos seus gatíneos e vídeos caseiros engraçados. Mais de uma década depois, fazer vídeos para o Youtube se tornou um trabalho de tempo integral para muitos dos criadores de conteúdo. Tanto que o Youtube não é mais um simples website: é uma indústria, com suas próprias celebridades, eventos anuais e premiações.
Esse infográfico te mostra tudo o que você precisa para criar um canal de sucesso no Youtube. Tudinho, desde o seu propósito até o que você pretende criar para atrair seu público. Descobrir se você quer criar um canal de gameplays, beleza, ou simplesmente vlogs diários, outra categoria que tem ganhado sucesso no Youtube nos últimos anos.
Começar também envolve inventar um nome criativo para o seu canal, configurar perfis nas redes sociais e investir em equipamentos de qualidade para vídeos e áudio.
Você deveria comprar uma câmera profissional DSLR 4K de cara ou uma Point-and-shoot já basta para os seus vlogs? Uma câmera mirrorless é uma alternativa para essas duas? E que câmera de ação te dá o melhor custo-benefício?
Criar um canal de sucesso no Youtube também significa que você precisa produzir conteúdos ótimos e monetizá-los de forma eficaz.
Descubra exatamente o que você precisa para ter um canal de sucesso no Youtube no infográfico completo abaixo:
2017-01-31_canal-youtube-sucesso1
Fonte: http://tutano.trampos.co/13945-infografico-canal-sucesso-no-youtube/?utm_medium=email&utm_source=tutano-newsletter&utm_campaign=yt&utm_content=#92