Arquivo mensal: agosto 2017

Nova campanha Volvo: É propaganda? É conteúdo? Quem se importa …

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As barreiras antes claras entre os formatos publicitários clássicos vem sendo disrompida há anos, tendo como um ícone dessa transformação o projeto The Hire, da BMW, de 2001. Agora a Volvo cria sua própria série. É a inovação novamente.

A evolução de formatos, duração, linguagem e dinâmica do storytelling, para não falar da explosão de novos suportes e canais de distribuição, vem transformando este setor da economia que chamamos de “indústria da propaganda” já há alguns anos.

Há um momento icônico nessa trajetória, que foi o The Hire, série de médias metragens estilo meio James Bond do projeto BMW Films, em que grandes diretores de Hollywood assinavam 9 produção diferentes, todas de alta qualidade cinematográfica, tendo como elo comum o fato dos modelos BMW aparecerem aqui e ali em cena, além da presença do ator protagonista de todas as peças, o inglês Clive Owen, no papel do motorista.

Aqui você pode assistir o episódio The Star, com Madonna, dirigido pelo excelente Guy Ritchie, que tempos depois se tornaria seu marido.

Todo esse rico conjunto de pequenas obras-primas da comunicação comercial foi exibido exclusivamente na web, numa época em que não havia redes sociais e os aparelhos mobile nem de perto conseguiam exibir vídeos com qualidade.

Estávamos em 2001 (Uma Odisseia no Espaço?) e a concepção e coordenação geral do projeto foi da Fallon.

Durante a exibição do The Hire no ano seguinte no Festival de Cannes, ovacionado de pé, o projeto acabou por não se enquadrar direito em nenhuma categoria até então existente, e foi por conta dele que teria sido criada a categoria Cyber (reza a lenda), para projetos de internet.

Em 2016 houve uma re-edição da série, mas sem o mesmo sucesso. Não se disrompe nada duas vezes.

Agora a Volvo, sem imitar seu concorrente direto, mas certamente tendo como inspiração a série que virou cult da BMW, coloca no ar também uma série de vídeos com duração não convencional de TV, todos com mais de 5 minutos, em que os seus carros nem de longe são protagonistas.

A criação é da inglesa Valenstein & Fatt e foca nas conquistas humanas (“Human Made Stories”). É emocionante.

https://player.vimeo.com/video/230146752

https://player.vimeo.com/video/230147714

Mas é propaganda? É branded content? Que cacete afinal é isso?

Não importa. São peças absolutamente envolventes em que a marca sai enobrecida e que certamente irão cativar multidões de fãs, também não importa onde.

Não se disrompe nada duas vezes. Por isso toda tentativa de evolução da indústria com experiências fora da caixa deve ser sempre celebrada com enorme reverência.

Fonte: http://www.proxxima.com.br/home/proxxima/blog-do-pyr/2017/08/25/nova-campanha-volvo-e-propaganda-e-conteudo-quem-se-importa.html
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“Guerra do Paraguay”, hoje e sempre

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Outro dia eu pergunto ao Sérgio Silva, da Cinemateca e dos Filmes do Caixote: – E o filme do Rosemberg, não vai entrar nunca?

E ele: O “Guerra do Paraguay”? Já entrou.

Eu: – Como entrou? Não fiquei sabendo de nada.

Ele: – Entrou. Ficou duas semanas no Lasar Segall.

Eu: – Lasar Segall. Na salinha do museu? Então não entrou.

Ele: É. Mas foi isso.

Em outras palavras: quem quiser assistir a esse belíssimo filme agora o jeito será encomendar na Cavídeo.

Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 446 loja 35ª – Botafogo – RJ.

Quem procurar por Cavideo na internet encontrará mais precisões.

O fato é o seguinte: “Guerra” é um desses filmes de que qualquer país se orgulharia com exceção, claro, do Brasil, essa cloaca embrutecida em que nos transformamos (e agora também ensandecida).

Trata-se de um monumento pacifista filmado em míseros seis dias em que a atriz Patricia Niedermeier faz e acontece, ao longo de planos longos, de uma movimentação de câmera precisa, elegante, eficiente (nunca esteticista), isso sem desmerecer Ana Abbott e Alexandre Dacosta, os demais atores. E a produção barata, baratíssima, de Cavi Borges _que se afirma cada vez mais como o Roger Corman brasileiro.

É talvez culminância da obra de Rosemberg, talvez por harmonizar tão suavemente a razão e o coração. Uma vergonha que isso não tenha estreado em São Paulo. Mais uma prova de que é preciso encarar a necessidade de uma legislação para a ocupação de salas de cinema (coisa que o mundo ainda civilizado tem).

Transcrevo abaixo o texto que escrevi para a Folha caso o filme estreasse. Vai aí abaixo. Mandei 5 estrelas, claro.

“A Guerra do Paraguai não é apenas uma guerra. É antes um estado de espírito. Talvez seja este o conceito que move “Guerra do Paraguay”, o notável filme de Luis Rosenberg. A guerra não está no tempo que conhecemos (1865-1870).

Onde, então? Numa estrada deserta por onde um grupo de artistas – mulheres – puxa uma pesada carroça. É ali que encontram um soldado que retorna da guerra, orgulhoso da vitória, das medalhas, de seu caráter guerreiro.

As atrizes desde logo se mostram pouco disposta a engolir essa. Para ela a guerra é destruição e morte. É em torno dessa oposição que se desenrolará o drama, ou o diálogo, se se prefere, ou ainda o embate entre guerra e paz, arte e militarismo, vida e morte, masculino e feminino, eros e thanatos.

Pois é disso que se trata. Das três atrizes, uma morre (a mãe). Restam uma que representa a razão. Quanto à segunda, reduzida a grunhidos, não parece significar a desrazão, mas alguém que está além da razão. A primeira raciocina, lembra as frases do seu métier, interpreta: no fundo é uma coisa só. A segunda reage com uma espécie de desespero artaudiano.

A tudo isso o soldado opõe a lógica um tanto limitada do militarismo (mas também pode-se pensar na ideia de segurança): um diálogo de surdos, não é difícil deduzir.

O filme responde, de certa forma, à observação feita por Glauber Rocha a Rosenberg diante de “A Batalha do Avaí”, a tela monumental de Pedro Américo: “A guerra não terminou em 1870, mas em 1964.” Ou seja, com o triunfo do militarismo no Brasil.

À formidável concepção do filme corresponde uma mise-em-scène precisa, como há muito não se vê entre nós. Apenas planos-sequência, feitos quase sempre com câmera na mão, o que fornece ao filme uma admirável mobilidade. Menos admirável, no entanto, do que o trabalho de câmera, em que mal se sentem os tremidos característicos desse procedimento.

Uma formulação econômica também belíssima, pois todo o espaço dessa “Guerra” resume-se a uma estrada e um bosque, locais do encontro.

Locação teatral por natureza, onde o autor trabalhará sobre o espaço apenas pela movimentação dos atores e do aparelho de câmera.

Mas local em que ele deixará que o tempo escorregue sutilmente do passado ao presente, de modo a captar o fenômeno da guerra em sua natureza atemporal. Não é do Paraguai, essa guerra, mas do Paraguay: um enfrentamento entre o instinto vida e o instinto de destruição (ou morte), entre força e razão, conhecimento e barbárie. Não é preciso ir mais longe para notar a atualidade aguda e dolorosa deste filme.”

Fonte: https://cantodoinacio.wordpress.com/2017/08/25/guerra-do-paraguay-hoje-e-sempre/

A cara do Brasil

 

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Cena do filme ‘Gabriel e a montanha’, de Fellipe Barbosa (Foto: Divulgação)

 

O Eduardo Valente lançou uma questão mais que interessante sobre filmes que parecem (ou não) ser brasileiros. Que têm ou não a cara do Brasil. Na verdade, relançou. Essa é uma discussão que vem de longe, que esteve na base da criação do Cinema Novo.

Mas como resolvê-la hoje é um enigma. A primeira coisa que me veio à cabeça foi uma declaração (ou entrevista, já não lembro), do Jorge Luis Borges, em que, quando ele é acusado de não ser um escritor argentino, ele responde: “Eu não devo ser mesmo. Os argentinos adoram Paris, e eu prefiro Londres”.

O que designa a nacionalidade de uma imagem?

O filme que mais representa o Brasil, desde “Aquarius”, que é “Gabriel e a Montanha”, não tem um mísero plano rodado no Brasil.

Existem, é claro, esses filmes que querem parecer outra coisa que não brasileiros.

Não acredito que o filme do Selton Mello entre nessa categoria. Se tivesse de escolher uma eu diria que está mais perto da “qualité brésilienne”. Quer dizer: filme de entretenimento, porém de “bom gosto”, “bem feito”, digno, com história um tanto edificante etc. etc.

Esse sobre o João Carlos Martins me parece mais um remake do “Appassionata” em versão “baseado em fatos reais”. Digo pelo trailer. Não vi o filme.

O Anselmo Duarte tinha uma boa história (talvez verdadeira, talvez não, à maneira das boas histórias dele; em todo caso, essa tem tudo para ser verdadeira): ele vai a Cannes no ano do filme do Marcel Camus, o “Orfeu Negro”, que ganha a Palma de Ouro, e então pensa: “ah, então é isso que eles querem ver”.

Quer dizer, existe uma cisão profunda entre aquilo que, do Brasil, interessa aos espectadores estrangeiros ver e aquilo que, do Brasil, interessa aos brasileiros.

No tempo do Ince, o João Carlos Martins seria catalogado na categoria “vultos nacionais”. Era um momento de afirmação da nacionalidade, já se vê. Hoje uma visada desse tipo não tem nem deixa de ter a cara do Brasil. É uma caipirice só, mas, também, uma tentativa de atrair esse público mais rico, mais que se imagina europeu, para o cinema.

Por fim, existe um correspondente (cito de memória, o post já sumiu) que me pareceu identificar “filme brasileiro” a algo que se distingue do entretenimento. Não consigo entender esse tipo de ideia. Como assim? Quer dizer que a pessoa acha que eu vou assistir um filme do Antonioni ou do Glauber ou do David Lynch só pra me aborrecer?

Com isso eu não consigo estar de acordo mesmo.

De todo modo, minha ideia sobre isso é que hoje existem filmes contemporâneos e filmes que, por excesso de preocupação (comercial ou artística), presunção ou modéstia, falta de talento ou capacidade de olhar, não conseguem mais ver nada. Vêem o que já foi visto. Aqui ou fora daqui.

O irritante em “Malasartes” não é a contaminação do “nacional” (e nem tão nacional assim) pelos efeitos especiais. É o fato de que isso já foi feito, é um repertório que vem do Harry Potter, vem do Senhor dos Anéis, está mais que gasto.

Enfim, é mais ou menos assim que, bem resumidamente, vejo essa história que, no fundo, remonta a Osvald vs. Mario de Andrade, a Candido vs. Haroldo, a Glauber vs. Khouri e por aí vamos. Nunca perde a atualidade.

Fonte: https://cantodoinacio.wordpress.com/2017/08/27/a-cara-do-brasil/

Unir duas marcas e manter as personalidades distintas

 

DIRECTA, empresa com quase duas décadas de excelência em serviços em Ribeirão Preto, e a ItaBrasil, empresa do Grupo FMG, com experiência de 46 anos em gestão imobiliária em mais de 800 empreendimentos administrados no Brasil, uniram-se para levar a Ribeirão Preto e Região o que há de mais inovador e avançado em serviços e tecnologia para condomínios residenciais, comerciais e loteamentos.

Coube a Gonzalez Publicidade criar a nova marca da união dessas duas empresas, bem como toda a sua comunicação visual.

Neste vídeo você confere o resultados dessa união, que tinha como briefing  principal, manter as características visuais de cada empresa.

 

 

Criatividade exige vôos altos

A Gonzalez Publicidade, em parceria com a área de marketing da Lufthansa SWISS, desenvolveu materiais para o seu público influenciador, os agentes de viagens, num evento realizado este ano em São Paulo, o Travel Week 2017.

Folhetos, no formato da cauda de um avião, com os horários de todos os voos das empresas Lufthansa e SWISS, foram produzidos e distribuídos nas agências de viagens. O folheto, impresso em gramatura mais encorpada, fica de pé na mesa dos operadores de viagen, lembrando a cauda do avião e ganhando, dessa maneira, bastante destaque.

Outro material, dessa vez um brinde, foi distribuído no evento acima e sua ideia principal era causar surpresa ao público presente. Uma caixa, com um chocolate suíço dentro, acompanhava um flyer perguntado se tinha gostado da supresa e convidava todos a imaginar como seria ganhar uma surpresa em pleno voo, divulgando assim o novo serviço de bordo, o SWISS Choice.

Do ponto de vista estratégico e criativo, os materiais alcançaram seus objetivos: os agentes de viagens foram impactados pelos dois materiais e tanto o cliente como a Gonzalez Publicidade voaram alto.

Técnica Pomodoro: turbine sua produtividade com um método simples

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Essa foto é só pra dar um tempero especial, este post não fala de comida.

Dê um novo sabor ao seu trabalho. Veja como trabalhar mais focado e controlar sua produtividade de um jeito bem fácil.

Normalmente, quem trabalha como freelancer, exerce a atividade em casa, sem supervisão e num local cheio de distrações. Se você não é muito centrado, disciplinado, então precisa apostar em técnicas de ganho de produtividade para não jogar todo o seu tempo no lixo.

A Técnica Pomodoro pode te trazer mais disciplina e mudar completamente a sua relação com o seu trabalho.

Sabe aquele papo: “não tenho tempo, tô com muita coisa pra fazer”. Na maioria das vezes, isso é uma desculpa que inventamos para nós mesmos por não conseguirmos gerenciar nosso tempo.

Às vezes a gente deixa a coisa correr solta durante o horário de trabalho, dá aquela espiada no Facebook, dá um bizu nuns vídeos do Youtube. E pra não se sentir improdutivo, diz pra si mesmo: “vou trabalhar até mais tarde e recupero esse tempo”.

Acontece que isso pode ser uma bela enganação. Será que você está trabalhando o suficiente? E ainda: será que você está descansando o suficiente?

É preciso dosar. Tem que haver um equílibrio entre trabalho e descanso.

O lance é produzir adequadamente nos períodos de trabalho. E a técnica pomodoro pode te ajudar nisso.

E eu gosto sempre de lembrar: “dinheiro a gente recupera, tempo não”. Valorize o seu tempo.


O que é a técnica pomodoro?

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O método parte do princípio de que pausas frequentes melhoram a agilidade mental. E propõe dividir o tempo de trabalho em espaços de 25 minutos que devem ser cronometrados por um timer.

Estes espaços de tempo são chamados de Pomodoros.

Após cada Pomodoro, você faz uma pausa curta. Depois de 4, você faz uma pausa longa.

A técnica tem esse nome porque o criador, o desenvolvedor Francesco Cirillo (foto abaixo), usava um temporizador em formato de tomate (pomodoro em italiano).

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Apesar de envolver um timer, é importante ressaltar que o lance não é trabalhar mais depressa. Mas, trabalhar MAIS FOCADO.

Durante o seu período de pomodoro, é preciso lutar contra as distrações. Não abra o facebook. Se lembrar de algo que tem que fazer, anote em um papel. Não responda e-mails.

A técnica propõe apenas 25 minutos de foco. É um tempo bem plausível. As distrações que aguardem.


Passo a passo para utilizar a técnica

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Pra aplicar do jeito mais rústico, você vai precisar de, no mínimo, um timer ou cronômetro com sinal sonoro, caneta e papel. Com isso a mão, faça o seguinte:

Passo 1 – Anote a tarefa a ser executada em um pedaço de papel ou na sua planilha de pauta. Se não tiver uma, recomendo a que coloquei no Freelancer Doc Box;

Passo 2 – Configure o timer para 25 minutos e trabalhe focado até o alarme soar. Evite distrações. Não acelere. Mantenha o seu ritmo;

Passo 3 – Concluiu o seu pomodoro? Marque um X no papel ao lado da tarefa;

Passo 4 – Tire um intervalo curto (sugiro 5 minutos) para respirar, tomar uma água, se alongar. Não trabalhe.

Passo 5 – Comece um novo pomodoro e repita todo o ciclo.

Passo 6 – Após 4 baterias de 25 minutos e seus respectivos intervalos, faça uma pausa mais longa (sugiro 15 minutos). Este intervalo mais longo é importante para o seu cérebro assimilar o trabalho concluído e descansar para uma nova bateria de pomodoros.


Benefícios

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Se você está achando que isso tudo é pura bullshitagem, se liga nos benefícios de adotar a técnica e reveja seu conceito. O Steve Jobs provavelmente aprovaria.

Tomar conhecimento do quanto você é capaz de produzir em 25 minutos;

Só por isso já vale começar a utilizar a técnica. A partir do momento que você passa a conhecer sua produtividade, você é capaz de estabelecer metas e prazos mais palpáveis para os seus projetos. Isso reflete também na sua orçamentação.

Ter um histórico tangível do seu desempenho;

Contabilizando corretamente seus pomodoros, você consegue ver exatamente onde está colocando o seu tempo. E também pode analisar o seu comportamento e produtividade de acordo com cada faixa de horário. E se necessário, redistribuir as tarefas de acordo com os períodos que você produz mais.

Aprender a lidar corretamente com interrupções;

Não é porque chegou um e-mail que você precisa responder na hora. Não é porque alguém te mandou um WhatsApp que você precisa responder já. Tudo tem seu tempo. E com a técnica pomodoro você aprende a lidar melhor com as interrupções e a respeitar mais o seu momento de trabalho.

Eliminar a sensação de estar rendendo pouco;

É incrível como a gente é capaz de se culpar, mesmo depois de um dia exaustivo de trabalho. Você tenta lembrar o que fez durante o dia e não consegue. Aí fica aquela sensação de que o dia foi jogado fora.

Registrando seus pomodoros, você faz o acompanhamento correto do seu desempenho e acaba com a culpa de não estar produzindo mais.

Parar de sacrificar seus momentos de lazer pelo trabalho;

Como o seu desempenho agora fica documentado, você fica mais tranquilo. Assim, durante seus momentos de lazer, diminuem as preocupações ligadas ao trabalho.


Ferramentas

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Relaxa. Se você é todo high-tech, não vai precisar ficar usando caneta e papel. Existem várias ferramentas.

Eu tenho utilizado no meu telefone o Pomodoro Time (é free). Não tenho do que reclamar.

Ele vem programado pra pomodoros de 25 minutos, intervalos curtos de 5 minutos e intervalos longos de 15 minutos.

Você também consegue inserir o nome das tarefas e ele contabiliza quantos pomodoros você já realizou pra cada uma. Não testei outros aplicativos, mas este parece bom o suficiente pra mim.

É possível também aplicar a técnica pomodoro online, no site Tomato Timer por exemplo.

E se você estiver disposto a investir algumas libras e quer apoiar o autor – o que eu acho muito legal – você pode comprar o livro e o timer oficial. Olha a foto do timer lá em cima.


Minha experiência com a técnica pomodoro

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Comecei a utilizar o método há alguns dias e já tenho percebido ganhos na minha disciplina e organização de tempo.

A primeira coisa que me chamou atenção foi o fato de achar 25 minutos pouco. Tive que me obrigar a fazer os intervalos e isso me irritou um pouco.

Mas depois eu passei a ver que esses intervalos eram muito bons.

Eu tenho um problema na coluna e nunca encontrava tempo para fazer os alongamentos. Agora é o que eu faço durante os intervalos curtos. Além de também beber mais água.

Várias vezes o timer toca enquanto eu estou no meio de um raciocínio, isso parece ruim. Mas assim eu já vou pro break querendo voltar a trabalhar, e isso me dá um ganho tremendo de produtividade.

As pausas frequentes parecem mesmo refletir na agilidade mental e motivação.

Outra coisa positiva foi o fato de eu agora ter mais consciência do quanto sou capaz de produzir. Percebi que algumas tarefas são bem mais rápidas de se resolver do que eu pensava.

Nunca fui muito receptivo aos time-sheets na época em que trabalhei em agências de propaganda. Sentia uma pressão do caramba quando tinha que usar aquilo.

A técnica pomodoro tem um princípio semelhante aos time-sheets, mas é um jeito mais friendly de se controlar o tempo.

Recomendo que se você não usa, comece a usar. Eu, com certeza, vou continuar os meus pomodoros diários.

Fonte: http://aparelhoeletrico.com/produtividade/tecnica-pomodoro/

GRAMADO 2017: “BIO”, FASCINANTE E IMPOSSÍVEL COMO A PRÓPRIA VIDA.

Por Celso Sabadin, de Gramado. Com roteiro e direção de Carlos Gerbase, “Bio” é um intenso e fascinante estudo sobre a vida. E para fazê-lo, o cineas

Fonte: GRAMADO 2017: “BIO”, FASCINANTE E IMPOSSÍVEL COMO A PRÓPRIA VIDA.   | Planeta Tela