Arquivo mensal: novembro 2016

Assista a campanha de natal da H&M dirigida por Wes Anderson – FUNKYTOWN

A H & M convocou ninguém menos que o diretor Wes Anderson (Grande Hotel Budapeste) pra dirigir sua campanha de Natal 2016. Intitulado, “Come Together”, o curta segue a estética dos …

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Atitude em vez de mensagem: case de brasileiro em Londres impressiona. – Meio & Mensagem

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Visual Hunt, buscador com mais de 350 milhões de imagens gratuitas em alta resolução

fotos de alta resolução gratuitas

O Visual Hunt é uma espécie de “Google” para fotos de alta resolução que podem ser usadas livremente nos seus projetos. São mais de 350 milhões de imagens já anexadas, provenientes de várias fontes, como o Flickr. Algumas imagens são carregadas pelo próprio Visual Hunt.

O Visual Hunt é um Banco de Imagens Gratuitas

No Visual Hunt, pode-se pesquisar por palavras-chave ou navegar por categoria. Tal como a maioria dos motores de busca, tem opções de pesquisa para que você encontre exatamente aquilo que procura.
Visual Hunt Banco de Imagens Gratis

Todas as fotos estão protegidas por direitos Creative Commons ou são de domínio público. As de Creative Commons significa que podem ser utilizadas, mas existem restrições, dependendo se esse Creative Commons permite uso comercial ou não. A equipe do Visual Hunt diz, no entanto, que a maioria das imagens têm licença CC0, ou seja, você pode fazer o que quiser com elas.

Visual Hunt Banco de Imagens Gratis

 

Fonte: https://www.designersbrasileiros.com.br/

(1) Abertura – Clássicos e raros do nosso cinema

Fonte: (1) Abertura – Clássicos e raros do nosso cinema

Uma ‘máquina do tempo’ para viajar pelo Chile antigo – e o Brasil também vem aí – Blue Bus

Uma “máquina do tempo”. É assim que um projeto de 2 arquitetos chilenos se apresenta nas redes sociais. É assim, também, que tem sido reconhecido na imprensa chilena. A plataforma “Enterreno Chile” já reuniu mais de 30 mil fotografias históricas do país – cerca de 15 mil já estao digitalizadas. As fotos vieram pelo Facebook, […]

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Lojinha aberta

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A Gonzalez Publicidade está lançando a Lojinha de Artez, uma nova forma de fazer propaganda. Nossa ideia é ajudar os pequenos empreendedores, lojistas, escritórios, startups e pequenos negócios em geral a divulgar seus produtos e serviços e acelerar suas vendas. Isso tudo sem gastar com campanhas publicitárias caras e nem sempre eficientes.

É fácil e prático:

  1. Você escolhe o material de que precisa.

  2. Preenche e envia o formulário.

  3. A gente entra em contato para tirar dúvidas.

  4. Criamos e enviamos a arte para você.

  5. O arquivo é finalizado e enviado ao cliente.

Com as nossas Artez, sua empresa aparece e cresce.

“ELIS” É FASCINAÇÃO.

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Por Celso Sabadin

Fazer cinebiografia não é fácil. Envolve centenas de desafios, desde os mais técnicos como reconstituição de época, até os mais intangíveis, como a presença do cinebiografado no imaginário de cada um. Quando o personagem escolhido é de grande apelo popular, e viveu numa época relativamente recente, tais desafios parecem que se potencializam: todo mundo quer dar palpite na obra pronta, todos se transformam em críticos, todos reclamam de uma coisa ou outra que o filme teve ou que deixou de ter, sem parar para pensar que cinema, acima de tudo, é síntese; é simplificação.

Assim, a cinebiografia “Elis” torna-se ainda mais merecedora de todos os elogios que virão: ela supera seus desafios intrínsecos com louvor e se caracteriza firmemente como uma preciosidade. Roteiro, a fotografia de Adrian Tejido, dramaturgia, ritmo, trilha sonora, reconstituição de época e – principalmente – a escolha da atriz Andreia Horta para o papel título, tudo funciona bem no filme de Hugo Prata, estreante em longas.

A opção é pelo tradicional. O roteiro – escrito a dez mãos por Luiz Bolognesi, Nelson Motta, Patrícia Andrade, Vera Egito e Hugo Prata – opta pela narrativa clássica e cronológica tão cara às convencionais cinebiografias norte-americanas que tanto já nos acostumamos a ver. De “Música e Lágrimas” a “À Noite Sonhamos”; de “Ray” a “Jersey Boys”, isso só para ficar no universo dos cinebiografados musicais.

Trata-se de um estilo que pode desagradar os apreciadores de um cinema mais ousado, mas que certamente fala mais de perto ao grande público. Esta falta de ousadia não chega a se configurar em problema para “Elis”, que acaba se alicerçando firmemente na figura da protagonista, que esbanja força e vitalidade suficientes para segurar todo o filme. Com direito a gostinho de quero mais, mesmo porque o imenso repertório que a cantora legou seria suficiente para uma baciada de longas.

Ainda que apoiando-se na segurança da narrativa episódica, “Elis” tem, no mínimo, dois grandes méritos. O primeiro e o mais evidente é a maneira como Andréia Horta (de “Muita Calma Nesta Hora” 1 e 2) interpretou a personagem título. Aliás, “interpretou” talvez não seja a palavra mais apropriada: Elis “reencarnou” em Andréia. Gestos, risos, postura de corpo e até o timbre de voz da cantora ao falar são reproduzidos na tela com um realismo impressionante que chega a estarrecer quem teve a sorte de viver nos anos em que a “Pimentinha” era presença constante na mídia. O segundo mérito é a força de um roteiro que conseguiu escapar de um erro dos mais recorrentes de muitas cinebiografias: o de endeusar o cinebiografado, de colocá-lo num pedestal quase religioso, descolando-o das realidades de sua época e vesti-lo com um manto sagrado. Aqui, vemos uma Elis humana, que vive, sonha e sofre com suas hesitações, assim como todos nós. Uma pessoa comum com uma voz incomum que é ao mesmo tempo sua bênção e sua maldição.

A maneira como o roteiro trata a questão das pressões que Elis sofreu dos militares, como ela lidou com isso, seus medos, as retaliações, e o consequente relacionamento com o cartunista Henfil, desembocando no clássico “O Bêbado e o Equilibrista” é o ponto alto do filme. Tudo muito humano, crível, sem simplificações maniqueístas e de uma dignidade ímpar.

E um destaque final digno de aplausos. “Elis” consegue ser um filme ao mesmo tempo histórico, emotivo e importante, sem recorrer a duas das mais aborrecidas ferramentas cinematográficas aos quais muitas vezes as cinebiografias se rendem: a insuportável narração em off – vírus mortal que tem se alastrado epidemicamente pelo cinema brasileiro -, e os infantis letreiros que fazem questão de escrever, na tela, o ano e o local onde as coisas acontecem. Que alívio!

Hugo Prata faz aqui uma estreia de ouro. O trocadilho é péssimo, mas o filme é ótimo.

Fonte: http://www.planetatela.com.br